Análise de SEO e GEO grátis
Cole o link do seu site e receba uma auditoria de SEO completa em segundos: SEO técnico, conteúdo e a prontidão para ser citado por IAs como o ChatGPT (GEO). Veja sua nota de 0 a 100 e exatamente o que corrigir. Grátis, sem cadastro.
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Análise de SEO e GEO: o que a ferramenta verifica
Esta é uma ferramenta de análise de SEO grátis e de GEO. Você cola o link, a gente renderiza o site de verdade (como o Google e as IAs veem) e devolve uma auditoria de SEO completa com duas notas: uma para ranquear no Google (SEO) e uma para ser citado pelas IAs (GEO). É um teste de SEO online, sem cadastro, para você verificar o SEO do site em segundos e saber exatamente o que corrigir.
Esta também é uma auditoria de AEO
Você também pode chamar isto de auditoria de AEO (Answer Engine Optimization). AEO e GEO (Generative Engine Optimization) são o mesmo conceito com nomes diferentes: otimizar o seu site para aparecer e ser citado nas respostas dos motores de IA (ChatGPT, Perplexity, Claude e o Google AI Overview), e não só nos dez links azuis do buscador. Então, quando esta ferramenta mede a sua prontidão para IA, ela está fazendo exatamente uma auditoria de AEO: checa se as IAs conseguem ler, entender e confiar no seu conteúdo a ponto de te citarem. Trate os termos como sinônimos: AEO, GEO e otimização para IA apontam para o mesmo objetivo.
Para que serve a análise de SEO
Se você se pergunta por que meu site não aparece no Google ou como saber se meu site está otimizado, é aqui que você descobre. A análise checa, item a item, o que trava o seu ranqueamento e o que falta para melhorar o SEO do seu site. Cada item vem com uma dica e um atalho para a ferramenta que resolve, então você sai com um plano de ação, não só com um número.
SEO para ranquear no Google, GEO para aparecer no ChatGPT
SEO (Search Engine Optimization) é o que faz o Google te ranquear. GEO (Generative Engine Optimization), também chamado de AEO (Answer Engine Optimization), é a otimização para IA: o que faz o ChatGPT, o Perplexity e o Google AI Overview (o Modo IA) te citarem nas respostas. São a mesma base com objetivos diferentes: GEO bem feito é, na prática, SEO bem feito, porque sem SEO nem o Google nem as IAs chegam ao seu conteúdo.
Saber como aparecer no ChatGPT e como ser citado pelo ChatGPT deixou de ser detalhe: o Brasil é um dos países que mais usam o ChatGPT, e o Google já trouxe os AI Overviews para cá. A parte de GEO da análise mede sua prontidão para aparecer nas respostas de IA: liberar os crawlers de IA, ter um llms.txt, usar schema que a IA entende e conteúdo citável. Para um teste direto da sua marca, use também o verificador de visibilidade em IA.
Qual a diferença para o Google PageSpeed?
O Google PageSpeed Insights foca em performance (Core Web Vitals) e numa lista enxuta de SEO técnico. Esta análise é diferente em dois pontos: ela cobre muito mais critérios de SEO (tamanho de título e meta description, hierarquia de headings, links internos, blog, volume e frequência de conteúdo, entre outros) e, principalmente, inclui a camada de GEO, a prontidão para ser citado por IAs, que o PageSpeed não avalia. Resumindo: o PageSpeed diz se o seu site é rápido; aqui você descobre se ele ranqueia no Google e se aparece no ChatGPT.
Cada critério de SEO, explicado
A nota de SEO combina, com peso igual, dezenas de checagens objetivas. Abaixo, o que cada uma avalia, por que importa e como corrigir.
Indexação (sem noindex)
Verificamos se a página tem uma diretiva noindex na meta tag robots ou no cabeçalho HTTP X-Robots-Tag. Se tiver, o Google é instruído a não indexar a página, e ela some da busca; é o motivo nº 1 de sites que 'desapareceram' do Google. Corrija removendo o noindex das páginas que devem ranquear, como ensina a documentação do Google sobre bloqueio de indexação, e confira as regras no verificador de robots.txt.
Código de status HTTP
Checamos se a URL final responde com status 2xx (sucesso). Páginas com 4xx (não encontrada) ou 5xx (erro de servidor) não são indexadas e desperdiçam o orçamento de rastreio. O guia de erros HTTP do Google mostra como cada código afeta o rastreamento. Veja mais no nosso checklist de SEO.
Título da página (tamanho ideal)
Avaliamos se a página tem um <title> e se ele fica entre 50 e 60 caracteres. Acima disso, o Google corta o título no resultado; muito curto, você desperdiça espaço. O título é um dos sinais de relevância mais fortes e o que mais influencia o clique, como detalha o guia de títulos do Google. Crie boas variações no gerador de títulos e veja como fica no resultado com a prévia do Google.
Meta description
Checamos se existe uma meta description entre 120 e 160 caracteres. Ela não é fator de ranqueamento, mas é o resumo que aparece no resultado e influencia muito o clique; fora da faixa, o Google trunca ou reescreve. O guia de snippets do Google explica as boas práticas. Gere a sua no gerador de meta description.
Um único H1
Verificamos se a página tem exatamente um H1, o título principal do conteúdo. Vários H1 (ou nenhum) confundem a hierarquia que o Google e os leitores de tela usam para entender a página. Corrija deixando um H1 claro com o tema da página e confira a estrutura no verificador de headings.
Hierarquia de headings
Avaliamos se os subtítulos (H1 a H6) seguem a ordem, sem pular níveis (por exemplo, um H2 direto para um H4). Uma hierarquia limpa ajuda a IA e o Google a entenderem a estrutura e a extrair trechos do conteúdo. Reorganize os níveis no verificador de headings.
Texto descritivo dos links
Checamos se os links têm texto que descreve o destino, em vez de 'clique aqui' ou 'saiba mais'. O texto do link (anchor) é um sinal de contexto que o Google usa para entender a página de destino, como explica o guia de links rastreáveis. Boas práticas estão no checklist de SEO.
Links rastreáveis (href real)
Verificamos se cada link tem um atributo href válido. Navegação feita só por JavaScript (sem href) não é seguida pelos rastreadores, então páginas ligadas só assim podem nunca ser descobertas. O Google recomenda links com href real em tornar os links rastreáveis.
Links internos suficientes
Contamos quantos links apontam para outras páginas do mesmo site. Links internos distribuem autoridade e ajudam o Google a descobrir e ranquear mais páginas; usamos 3 ou mais como referência mínima. Planeje a sua linkagem com o checklist de SEO.
Links quebrados
Checamos uma amostra dos links da página e marcamos os que retornam 404/410. Links quebrados pioram a experiência e desperdiçam rastreio (links bloqueados por bots, como redes sociais, contam como inconclusivos, não como quebrados). Encontre e corrija no verificador de links quebrados.
Texto alternativo das imagens (alt)
Avaliamos quantas imagens têm o atributo alt. O alt descreve a imagem para o Google e para leitores de tela, ajudando no SEO de imagens e na acessibilidade (imagens decorativas podem ter alt vazio). O guia de imagens do Google traz as boas práticas. Gere textos alt no gerador de alt text.
Tag canonical
Verificamos se há uma tag rel=canonical, se ela é única e se aponta para a própria URL (self-referential), além de alertar se aponta para uma página com noindex. A canonical informa ao Google qual URL é a preferida e evita conteúdo duplicado, como explica o guia de URLs canônicas. Teste a sua no verificador de canonical.
hreflang
Se a página declara versões por idioma com hreflang, validamos os códigos de idioma/região. O hreflang indica ao Google qual versão mostrar em cada país, evitando que a página errada apareça, segundo o guia de versões localizadas. Se o site não é multilíngue, este item não se aplica.
robots.txt válido
Buscamos o /robots.txt e checamos se ele existe e está bem formado, sem linhas inválidas. Um robots.txt mal escrito pode bloquear o site inteiro sem querer; um robots.txt ausente não é problema. As regras estão na introdução ao robots.txt do Google. Edite o seu no gerador de robots.txt.
Sitemap
Verificamos se o robots.txt declara um sitemap e se o sitemap.xml responde com XML válido. O sitemap lista as suas URLs e acelera a descoberta de páginas novas, como mostra o guia de sitemaps do Google. Valide o seu no validador de sitemap.
Cadeia de redirecionamentos
Contamos quantos saltos a URL leva até a página final. Um redirecionamento é normal; cadeias longas desperdiçam orçamento de rastreio e atrasam o carregamento. O Google recomenda manter os 301 diretos, como em redirecionamentos e o Google. Entenda mais no nosso guia de redirecionamentos.
HTTP redireciona para HTTPS
Testamos se a versão http:// do site redireciona para https://. O HTTPS é sinal de ranqueamento e protege o usuário; servir conteúdo em http abre brecha de segurança e confunde a indexação, conforme o guia de HTTPS do Google.
Conteúdo misto (mixed content)
Numa página HTTPS, checamos se algum recurso (imagem, script, CSS) é carregado via HTTP. Conteúdo misto é bloqueado pelos navegadores e quebra o cadeado de segurança. Corrija trocando todas as URLs de recursos para HTTPS.
TTFB / tempo de resposta
Medimos o tempo até o primeiro byte (TTFB) do servidor: passa abaixo de 800 ms, atenção entre 800 e 1800 ms, e falha acima disso. Um servidor lento atrasa o carregamento e o rastreamento. O artigo do web.dev sobre TTFB ensina a melhorar (cache, CDN, hospedagem).
Idioma (lang) e codificação (charset)
Verificamos se a página declara o idioma no atributo lang do <html> e a codificação (charset, idealmente UTF-8). Isso ajuda buscadores e leitores de tela a interpretar o conteúdo corretamente e a evitar caracteres quebrados.
Favicon
Checamos se a página declara um favicon. Além de reforçar a marca, o favicon aparece ao lado do seu resultado na busca do Google, o que melhora o reconhecimento e o clique.
Open Graph e Twitter Card
Avaliamos se a página tem as meta tags de Open Graph (título, descrição, imagem) e Twitter Card, que controlam como o link aparece ao ser compartilhado em redes e apps. Sem elas, o compartilhamento fica feio e perde cliques. Confira no verificador Open Graph.
Dados estruturados (JSON-LD)
Conferimos se a página tem JSON-LD válido. Dados estruturados ajudam o Google a entender o conteúdo e a exibir resultados ricos (estrelas, FAQ, preço), e também ajudam as IAs a interpretar e citar a página, como explica a introdução a dados estruturados do Google. Gere o seu no gerador de schema.
Schema de Organization e WebSite
Verificamos se há schema de Organization e WebSite (de preferência com SearchAction). Esse schema diz ao Google quem é a sua marca, podendo habilitar logo e a caixa de busca de sitelinks. Os tipos estão documentados em schema.org. Monte no gerador de schema.
Blog, volume e frequência de conteúdo
Checamos se o site tem um blog (e se a página principal linka para ele), quantas páginas de conteúdo existem no sitemap e se há publicações recentes. Conteúdo é o principal motor do tráfego orgânico: para a frequência, usamos 4 ou mais posts em 30 dias como saudável, pelo menos 1 em 60 dias como intermediário, e nada em 60 dias como blog parado. A Automarticles automatiza exatamente essa parte, criando e publicando conteúdo otimizado para você.
Cada critério de GEO (prontidão para IA), explicado
A nota de GEO mede o quanto o seu site está preparado para ser lido e citado por IAs como o ChatGPT, o Perplexity e o Google AI Overview. A própria documentação do Google diz que, para os recursos de IA dele, não há markup mágico: bom SEO já é a base, segundo o guia de recursos de IA na Busca. Os itens abaixo são a camada extra que pesa para os outros motores.
Crawlers de IA liberados
Verificamos se o robots.txt não bloqueia os robôs das IAs, como o GPTBot da OpenAI, o ClaudeBot, o PerplexityBot, o CCBot (Common Crawl) e o Google-Extended. Se você os bloqueia, as IAs não conseguem ler o seu conteúdo e dificilmente vão te citar. Ajuste as permissões no gerador de robots.txt.
Conteúdo no HTML cru (não só JavaScript)
Comparamos o texto presente no HTML inicial com o que aparece após o JavaScript rodar. Os crawlers de IA, em geral, não executam JavaScript, então uma página que só monta o conteúdo via JS (uma SPA, por exemplo) fica praticamente vazia para elas, ou seja, com prontidão zero. O mesmo cuidado vale para o Google, como alerta o guia de SEO para JavaScript. Garanta o conteúdo principal no HTML (SSR ou pré-renderização).
Arquivo llms.txt
Checamos se existe um /llms.txt com conteúdo. É um arquivo (proposto em llmstxt.org) que orienta os modelos de IA sobre o seu conteúdo e como usá-lo. O Google ignora, mas ChatGPT, Perplexity e Claude podem usar, então damos peso a ele na prontidão para IA. Gere o seu no gerador de llms.txt.
Identidade da marca (Organization, WebSite e sameAs)
Verificamos se o schema descreve a sua marca (Organization e WebSite) e se há sameAs ligando você a entidades conhecidas (Wikipedia, Wikidata, LinkedIn, redes sociais). Isso ancora quem você é no grafo de conhecimento que as IAs consultam, aumentando a chance de elas te reconhecerem e citarem. Monte tudo no gerador de schema.
Schema certo para o tipo de página
Avaliamos se a página usa o schema adequado ao seu conteúdo: WebPage, Product, Service, FAQPage, e por aí vai. Isso ajuda a IA a entender o que é a página (um produto, um serviço, uma dúvida) e a extrair a informação certa. Os tipos estão em schema.org e você gera no gerador de schema.
Proposta de valor clara no topo
Usamos um modelo de IA para julgar se o início da página deixa claro o que você é, para quem e o que resolve. As IAs citam melhor quem se descreve com clareza logo no começo, porque é de lá que elas extraem a resposta. Se o topo enrola antes de dizer ao que veio, a chance de citação cai. Veja boas práticas no checklist de GEO.
Listas e tabelas
Checamos se a página usa listas e tabelas. Conteúdo estruturado (features, comparativos, passos, preços) é muito mais fácil de uma IA extrair e citar do que um bloco de texto corrido. Quebrar a informação em listas e tabelas aumenta a citabilidade, como reforça o checklist de GEO.
FAQ na página (FAQPage)
Verificamos se há uma seção de FAQ, idealmente com schema FAQPage. Perguntas e respostas estruturadas entregam à IA exatamente o formato que ela busca para responder ao usuário, e são fortes candidatas a citação. Gere o markup no gerador de FAQ.
About, contato e confiança da marca
Avaliamos se a página dá caminho para uma página About e de contato e se a marca está identificada com schema. São sinais de E-E-A-T (experiência, especialização, autoridade e confiança): uma marca real, localizável e transparente é mais confiável para a IA citar. Reforce esses sinais com o checklist de GEO.
Como ler a nota
- Duas notas de 0 a 100: uma para ranquear no Google (SEO) e uma para ser citado pelas IAs (GEO), com peso igual em cada critério.
- Verde, âmbar e vermelho: cada item mostra se passou, merece atenção ou falhou.
- Como corrigir: abra o item e ele traz a explicação e um atalho para a ferramenta que resolve, como o gerador de títulos ou o verificador de canonical.
- Itens em cinza: são informativos ou não aplicáveis à sua página e não entram na nota.
Perguntas sobre o diagnóstico
Como funciona a análise de SEO grátis?
Você cola o link do seu site e a ferramenta renderiza a página de verdade, roda dezenas de critérios de SEO e de GEO e devolve duas notas (Google e IA) com o que corrigir. É grátis, online e sem cadastro.
O que é GEO e AEO?
GEO (Generative Engine Optimization) e AEO (Answer Engine Optimization) são a otimização para IA: deixar seu site preparado para ser lido e citado por ChatGPT, Perplexity, Claude e pelo Google AI Overview. Para o Google, GEO bem feito ainda é, na prática, bom SEO.
Como aparecer no ChatGPT e no Google AI Overview?
Liberando os crawlers de IA no robots.txt, publicando um llms.txt, marcando a página com schema que a IA entende, deixando o conteúdo no HTML (não só em JavaScript) e com uma proposta de valor clara. A nota de GEO mede exatamente esses pontos.
Como verificar se minha marca aparece no ChatGPT?
A IA cita marcas que ela entende e em que confia. Esta análise mostra a sua prontidão para isso. Para um teste direto de marca, veja também o verificador de visibilidade em IA.
Qual a diferença para o Google PageSpeed?
O PageSpeed foca em velocidade (Core Web Vitals) e num SEO técnico enxuto. Aqui cobrimos muito mais critérios de SEO e, principalmente, a camada de GEO (prontidão para IA), que o PageSpeed não avalia.
Por que meu site não aparece no Google?
As causas mais comuns aparecem na análise: a página pode estar com noindex, sem conteúdo suficiente, sem links internos, bloqueada no robots.txt ou dependendo de JavaScript que o robô não lê. Rode o diagnóstico para ver o caso do seu site.
Meus dados ficam salvos?
Guardamos o resultado da análise de forma anônima, só para estudos agregados (nada que identifique você). A URL analisada é pública, e não armazenamos dados pessoais.
Quer seu site nota 100, sem esforço?
A Automarticles cria um blog grátis, hospedado por nós no seu próprio domínio, e automatiza a produção de conteúdo otimizado para o Google e para ser citado por IAs como o ChatGPT. Você foca no negócio; o tráfego orgânico cresce sozinho.